CONTROLE A ANSIEDADE

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domingo, 3 de dezembro de 2017

SOBRE AMORES DESTRUTIVOS...

Amores destrutivos?
Se é destrutivo, não é amor; é posse... E posse não é amor.
O amor não dói! O amor não demanda esforço, ele é leveza. Não é complicado, é a pura e humilde essência do Divino. O amor é brilho no olhar, calor que aquece, acolhimento; é ser livre sem ter vontade de ir embora.
Ame-se... Sobretudo, ame-se!
Não permita que ninguém exerça poder sobre você em nome do "amor". Todos merecem ser felizes, e a felicidade está dentro de cada um de nós... Cada um tem sua luz. Faça brilhar a sua sem ofuscar a do outro... AME-SE E BRILHE.
Ame-se... Perdoe-se... Transforme-se...
Permita ser feliz!
Abraços,
Fabiane Cristina Silveira

SOBRE AMAR...

Somos responsáveis pelas nossas escolhas e pelos caminhos que decidimos seguir... Se não deu certo, absorva a lição e siga em frente. Não há perda, há sempre aprendizado em cada queda. 
É importante caminhar seguindo sua essência de ser e respeitando a essência do outro, lembrando que estamos aqui para amar, respeitar, aprender e evoluir uns com os outros.
Somos seres únicos, portanto, cada um com suas verdades, sua subjetividade...Que possamos aprender a olhar o outro como ele é ao invés de como gostaríamos que fosse.
Exigir que o outro se aproprie de nossas verdades, não respeitando seu modo de ser, é perder a oportunidade de se aproximar da essência Divina de amar ao próximo e de experienciar o amor incondicional..
Abraços,
Fabiane Cristina Silveira

sábado, 17 de junho de 2017

A HUMILDADE, RESPEITO, EMPATIA E COMPAIXÃO NO PROCESSO DE AMOR PRÓPRIO.

A HUMILDADE, RESPEITO, EMPATIA E COMPAIXÃO NO PROCESSO DE AMOR PRÓPRIO.

Imagem internet

Hoje em dia, muito tem se falado sobre amor próprio... Ame-se! Ame-se! Ame-se!

E sim; sou uma dessas pessoas que frisa "o amar a si mesmo(a)". Mas vamos deixar algo bem claro... Tudo nesta vida necessita de equilíbrio, ok? Ou seja, não cabe aqui (e em lugar algum) o conceito de que me amo, sou assim, pronto e acabou e o resto não importa.
Não é assim que funciona!

Como um processo do autoconhecimento, o amor próprio conduz sim à autonomia, mas não podemos esquecer que vivemos em sociedade, onde crescemos, aprendemos, evoluimos, construímos, nos reconstruimos uns com os outros.

Sem reconhecer a importância e a qualidade do convívio baseado no respeito em todos os relacionamentos interpessoais, haverá uma linha tênue entre amor próprio e egoísmo.

O amor próprio caminha com a humildade, o respeito (a si e ao outro), a empatia e a compaixão.

Para ser autêntico em sua vida, em seus relacionamentos, é preciso autenticidade para consigo mesmo; deste modo, esse autoconhecimento amplia sua consciência para quem você é, reconhecendo não apenas seus valores e qualidades como também seus defeitos e limitações. Se reconhecendo, se percebendo em todos os pontos e assumindo sua essência, conseguirá ver o outro também em sua totalidade, em sua essência e sem julgamentos.

Em resumo:
Ame-se, pois o amor parte de ti em direção ao outro. Sendo assim... Seja amor!

Abraços,
Fabiane Cristina Silveira Camilo

sábado, 27 de maio de 2017

É PRECISO A FINITUDE PARA CONSCIENTIZARMOS DO QUE É AMAR?

PRECISAMOS MESMO ESPERAR FICAR FRENTE A FRENTE COM A FINITUDE PARA ENTENDER O SENTIDO DO AMAR?


O que é a morte?

Há quem diga que é o fim...
Outros um recomeço...
Alguns a denominam como perda; outros, um afastamento temporário...
Há aqueles que acreditam na continuidade da existência e que a morte é uma passagem para outro plano espiritual...

Seja qual for sua crença, a verdade é uma só: A morte é um fato, uma realidade para todos nós; um processo em que todos iremos passar, independente do que virá depois.

Mediante essa realidade, essa finitude, que tal perguntarmos:
- O que é a vida?
- Como estamos vivenciando nossa vida?
- Como está a qualidade de nossas relações e como estamos nos colocando neste mundo?

É claro que a morte nos traz sofrimento, angústia, tristeza... Sofremos com a "perda" porque amamos. E aqui chego no ponto em questão para refletirmos... O AMOR!

Por vezes é na morte que nos deparamos com a essência do amor, ou melhor, é na perda que entendemos a essência do amor; que entendemos a significância de SER ou apenas EXISTIR. Questionamos os "e se..." da vida.
- E se eu tivesse feito...
- E se eu tivesse aceitado...
- E se eu tivesse compreendido...
- E se eu tivesse ouvido...
- E se.. E se... E se...

Feliz de quem consegue entender, compreender, sentir e vivenciar a essência do amor, em vida, pois na hora da partida, apesar do sofrimento, a gratidão de experienciar tamanho sentimento será o conforto para o coração.

Fazemos o nosso melhor, e é como sempre digo... Não viemos com um manual de instrução e não acredito que a vida seja uma cartilha pré definida, no entanto, por vezes, repetimos padrões que fomos aprendendo e que foram ensinados ao longo dos anos, sem nos dar conta que a vida se atualiza a cada dia, se renova a cada manhã, e assim, como estamos nós, individualmente, em constante processo evolutivo; o todo também está.

Vivemos nossas vidas seguindo padrões, regras como se existisse uma cartilha a ser seguida, como se a vida fosse um caminho linear em que não pudesse haver curvas, buracos, retornos e que um desvio ou um novo caminho é considerado "fora do padrão".

Estamos tão enraizados em padrões que estamos perdendo a qualidade das relações, esquecendo de vivenciar o contato pleno com a essência de cada um.

Nascemos para amar, somos capazes de amar, mas será que sabemos o que é o amor?

O amor é a forma mais subliminar de entrar em contato com a essência do outro.

- O amor é leve, porém intenso.
- O amor não é posse!
- O amor é o elo que há entre as pessoas, capaz de ser sentido apesar da distância; é o fazer-se presente mesmo na ausência. Mas esse sentir só é possível quando conseguimos captar essa essência.

Porém, baseados nesta "ilusória cartilha", por vezes, vivemos nossa vida apegados aos nossos achismos, delineando os caminhos, julgando, projetando nossos medos, anseios e angústias, e que muitas vezes não nos damos conta que com base em nossa perspectiva, em nosso crivo de certo e errado, acabamos por sufocar a existência do outro, influenciando/contribuindo com a repetição dos mesmos padrões ditos, etc..., e por medo talvez, muitos aceitam os padrões e não se dá conta da própria anulação como pessoa até perceber que, em um determinado momento, nada mais faz sentido.

- Por que é tão difícil recomeçar?
- Por que é tão difícil fechar ciclos?
- Por que é tão difícil entender que uma coisa, alguém, um emprego, um planejamento ou qualquer outra questão presente em nossa vida e que, um dia nos trouxe felicidade, fez sentido, pode neste momento não nos pertencer mais?
- Por que é tão difícil aceitar que alguns planos podem ter mudado?

Estamos em constante transformação e precisamos aprender a enxergar quando algo não pertence mais a nós... Como querer que tudo seja para sempre se esta vida é finita? Os felizes para sempre é o amor que cultivamos, doamos e, esse sim, perpetuará pela eternidade. Amor e Respeito para consigo e ao próximo!

Feliz de quem busca o autoconhecimento e consegue essa conexão consigo mesmo, capaz de seguir sua vida com determinação, autoconfiança, sem se influenciar pelo julgamento alheio e reconhecendo os próprios sentimentos, emoções.

Talvez essa seja a chave, o ponto forte da existência: O autoconhecimento!

Conforme falei, muitas pessoas seguem padrões de comportamento, comportamentos repetidos, crenças limitantes, e com isso sentem-se confortáveis em nos orientar, nos aconselhar e, às vezes, nos julgar; não porque querem nos prejudicar, mas porque acreditam que estão fazendo o seu melhor. Um excesso de zelo, superproteção, ou seja lá o que for... Independentemente, é importante para todos nós compreendermos o modo de ser do outro, respeitando cada um na sua individualidade, e principalmente... A busca pelo autoconhecimento para que esse laço consigo mesmo se fortaleça e possas se perceber, se compreender, se entender e saber distinguir o seu modo de ser e o modo de ser do outro, sabendo separar o que é seu e o que é do outro, na base do respeito mútuo, onde todos possam usufruir de sua essência.

Ame-se, respeite-se, compreenda-se, aceite-se, permita-se, transforme-se... E conseguirá amar, respeitar e compreender o outro em sua essência de SER.

Errar? Com certeza iremos errar! Quantas vezes forem necessárias, e prosseguiremos confiante evoluindo a cada dia, aprendendo com os próprios erros, ciente de nossas responsabilidade perante as escolhas e os caminhos que decidimos seguir.

As experiências nos servem de referência, mas apenas são lições para quem as vivenciou. Cada um tem sua jornada, e é preciso ter em mente que não iremos agradar a todos com nossas decisões.

Temos o dom do amor, então vamos amar sem exigir que o outro seja ao nosso modo, do jeito que queremos. Isso não é amor, é poder! Não temos o direito de querer mudar as pessoas.

É preciso ser mais presente nas relações, de vivenciar o momento presente, de ouvir mais e opinar/julgar menos... Precisamos de mais acolhimento, reciprocidade, amorosidade e respeitabilidade.

Será que não chegou a hora, ou melhor... Não está na hora de entendermos que essa vida é finita e trazer para nossa vida o que realmente faz sentido, o que realmente vale a pena, compreendendo o real significado do amar ao próximo?
Abraços,
Fabiane Cristina Silveira Camilo